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É preciso tomar muito cuidado com generalizações, afinal, a profissão e a raça de uma pessoa não podem a definir. E para provar que nem todos os policiais são violentos, racistas e truculentos, como Derek Chauvin, que matou o afro americano George Floyd, diversos policiais decidiram unir-se aos manifestantes no último sábado para mostrar solidariedade ao movimento anti racismo.

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Queremos estar com todos, de verdade. Tirei o capacete e deitei os bastões. Quero fazer disso um desfile, não um protesto”, disse Chris Swanson, xerife do condado de Genesee, antes de se juntar à multidão de protestantes em Michigan, no último final se semana.

Ele, no entanto, não foi o único a aderir ao movimento. Oficiais em Camden, Nova Jersey carregavam uma faixa que dizia “Permanecendo em Solidariedade”, enquanto gritavam “sem justiça, sem paz” junto à multidão.

Assim como eles, o chefe de polícia Andy Mills, de Santa Cruz, Califórnia, ajoelhou-se com os manifestantes chamando a atenção da violência policial contra os negros.

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Oficiais em Ferguson, Missouri, participaram de nove minutos e meio na memória de Floyd, com aplausos da multidão; e em Em Fargo, Dakota do Norte, um policial foi visto apertando as mãos dos organizadores de protestos.

Em meio a uma imensa onda de protestos nos Estados Unidos, não foram somente os civis que decidiram manifestar sua indignação.

O que aconteceu?

George Floyd foi morto no dia 25 de maio, pois foi culpabilizado por utilizar uma nota falsa de 20 dólares para comprar um maço de cigarros. A pergunta que fica é: o mesmo teria acontecido se ele fosse branco? 

Como disse Will Smith: “O racismo não está piorando, está sendo filmado”. Vidas negras importam e é inadmissível que situações como esta ainda aconteçam.

Entretanto, estes policiais quiseram deixar claro que nem todos são racistas e abusam do poder. Cenas emocionantes, que ficarão guardadas na memória.

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