A grife carioca Osklen criou uma campanha em meio à pandemia do coronavírus que foi amplamente criticada pelo público. A marca divulgou a venda de um kit com duas máscaras de proteção, utilizadas por toda população para evitar que o vírus se propague. O que surpreendeu foi o preço exorbitante cobrado por elas: R$ 147.

A campanha trazia o mote de ser “social” em um momento delicado vivido pelo Brasil e pelo mundo. Na compra de um kit de máscaras, uma cesta básica no valor de R$ 70 seria doada para a comunidade do Jacarezinho, na cidade do Rio de Janeiro.

Mesmo assim, o preço do kit foi considerado completamente abusivo pelos internautas. Máscaras confeccionadas por costureiras espalhadas pelo país estão sendo vendidas por cerca de R$ 5 a R$ 10.

Confira uma foto das máscaras da Osklen:

Foto: reproduçãoFoto: Reprodução

A marca, fundada por Oskar Metsavaht, já é conhecida por vender seus produtos de vestuário a preços considerados altos. Trata-se de uma grife para a elite carioca. Depois das críticas, a Osklen resolveu tirar a campanha do ar. Isso aconteceu menos de 24 horas depois do lançamento.

Antes, no entanto, o empresário respondeu alguns comentários na internet e adotou uma postura defensiva, afirmando que as críticas eram “desonestas”. Em uma resposta, ele chegou a escrever que as máscaras eram itens de moda e que seriam compradas por “quem quiser”.

“Compra quem quiser. Ninguém precisa de uma máscara Osklen. Como não precisa de qualquer outra peça nossa. Estas fizemos porque somos uma marca de moda”, escreveu Oskar.

Confira outra resposta do empresário, direcionado à apresentadora Giovanna Nader, do canal GNT:

Confira a nota enviada pela marca para a coluna de Leo Dias no portal ‘Uol’, na íntegra:

“A Osklen entende que máscara é um produto para a defesa da saúde das pessoas. Por isso, no mês passado, a fábrica da marca foi remodelada para produzir 50 mil máscaras hospitalares que estão sendo doadas para profissionais de saúde. Ao saberem dessa ação, consumidores nos procuraram pedindo para que produzíssemos máscaras de tecido, produto que não faz parte do portfólio da marca.

Criamos então o projeto máscaras, pensado com uma margem de retorno que apenas viabilizaria a operação, além de proporcionar a realização de mais uma ação social de doação de cestas básicas. No lançamento, realizado ontem (5 de maio), ouvimos a opinião pública. Decidimos então suspender a venda do pack e entendemos que é um momento de repensar o projeto. Independente disso, continuaremos com nossa ação social iniciada em abril de produzir e doar 50 mil máscaras hospitalares para profissionais de saúde”.

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Fonte: Feed Club

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